Eu já falei nesse blog em algum lugar (e estou com preguiça de procurar isso agora) que minha relação com sexo não é das mais bem resolvidas...
E hoje foi um dia bem maluco. Hoje eu só pensei em sexo, o tempo todo. #prontofalei
Então, vamos extravasar isso por aqui também... ;)
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
A todo vapor

Estou vivendo dias de um vigor sexual notável. Parece que estou na adolescência, cheio de hormônios.
Só pra se ter um exemplo: anteontem eu e meu namorido transamos um vez. Ontem foram duas. E logo depois das duas, dormi e... sonhei com sexo!
Acordei num fogo muito louco, evitando olhar pra qualquer um que passasse pelo meu caminho pra não cair em tentação...
Esse fluxo inconstante de desejo sexual, com tantos altos e baixos, é de me levar a loucura...
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
A perigo no sexo

Há pouco tempo atrás fui descobrir o que significava bareback. É a tal prática do sexo sem camisinha.
Não posso dizer que nunca fiz sexo sem camisinha, mas posso dizer que foram raríssimas vezes. O que, aliás, não me serve muito como consolo, porque basta um único descuido pra se contrair alguma doença sexualmente transmissível ou ter um filho não planejado...
Enfim, já fiz umas apostas nessa roleta russa e, por sorte, está tudo bem. Teve uma vez que rolou porque eu e o cara em questão estávamos num sarro muito quente e ninguém tinha camisinha. Quando eu me dei conta, já era...
A maioria das vezes (e que também não foram muitas) foi com minha ex-namorada. A gente já tinha feito aqueles exames todos pra detectar alguma possível DST e estávamos negativos. Além disso, ela estava tomando anticoncepcional. Hoje, pensando com mais cuidado, vejo que mesmo num namoro o melhor a fazer é manter a camisinha. Digo isso porque não se pode deixar a responsabilidade da sua saúde na mão de outra pessoa. E transar com a(o) namorada(o) sem camisinha é passar pra ela(e) a responsabilidade em ser fiel ou usar camisinha em possíveis relações extraconjugais. E se a pessoa não tiver responsabilidade?
Fora que, principalmente no sexo anal, a camisinha é mais prática e higiência...
Falando assim, parece que sou um chato e tal. Mas a questão é: quando cada um de nós vai aprender a ter responsabilidade pela própria saúde? Eu ainda não chegeui no 100% de responsabilidade, mas pretendo continuar a tendência até agora. Neste namoro atual já são 10 meses (mais ou menos, pois sou péssimo para datas...) de sexo seguro sempre. Mas de sexo delicioso, diga-se de passagem.
Outrora, eu andava numa vida bem mais promíscua e já recebi várias propostas para bareback que foram por mim negadas. Será que só eu sou neurótico com estas coisas ou a galera não está nem aí pro perigo?
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Bora pra Cam? E depois?

Acabei de fazer uma coisa muito estranha: entrei numa sala de bate-papo, destas de sexo e me envolvi numa punheta pela câmera.
É uma coisa meio estranha, mas vale como experiência de vida. Ficar batendo uma pra uma imagem que se vê no PC é como bater uma pra um vídeo pornô em baixa resolução, mas com alguma interatividade...
Foi um tesão súbito. Mais cedo, estava tomando banho com meu namorado e rolou umas preliminares. Só que minha libido anda tão em baixa que não quis ir mais a frente que as preliminares. Agora a noite aconteceu essa coisa de entrar em sala de bate-papo e bater uma na Cam. Nem pensei muito no que estava fazendo. Apenas entrei na sala e me deixei envolver. Mais uma prova de que preciso redobrar os cuidados perante os roupantes do meu inconsciente...
O que ficou claro pra mim é que meu hábito de putaria está reclamando vazão. Pra atitudes relacionadas ao "pular de cerca" sinto que tenho ainda um desejo reprimido. Mas para o sexo monogâmico, parece que estou menos afoito.
Ainda bem que resolvi dar vazão num ambiente virtual então "é uma traição menos grave". Mas gostaria mesmo é de descobrir como lidar de uma maneira mais tranquila com essa minha dependência de sexo ao acaso e anônimo. Esse tipo de sexo me faz sentir mal depois que me entrego aos roupantes de desejo. Fora que já me expus em situações que poderiam trazer risco a minha pessoa.
Eu confesso que sou dependende de sexo. Já fiz loucuras por uma transa: andar à noite, esperando encontrar alguém (homem ou mulher) que esteja afim, entrar no carro de desconhecidos que param com minhas insinuações (tipo ficar na beira da estrada com a mão por dentro da calça, etc...), me masturbar em locais públicos sem ser visto quando não encontro ninguém, etc. Parece que é mais forte que eu...
Não fico satisfeito com a mesma pessoa sempre: preciso de uma pessoa nova! Sinto uma vontade incontrolável de, ao menos, flertar com outra pessoa. E isso é o tempo todo... Não sei o que fazer...
Tá foda isso! Mas acredito que posso mudar e melhorar!
Pronto! Só precisava desabafar!
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Sonhando com sexo

Nas duas últimas semanas tive alguns sonhos eróticos com conhecidos meus. Dois deles são colegas de trabalho e um é um ex-vizinho. Nunca havia pensado em ter nada com nenhum deles.
Achei super estranho, porque não sinto que estou num dos meus picos de desejo sexual. Ao contrário: a libido anda tão baixa que anda me preocupando (afinal, sexo não é tudo num relacionamento, mas é parte importante!).
Além disso, eu teria "alvos" de sonhos eróticos muito mais interessantes que estes que os personagens principais que estão aparecendo... ;)
Isso de ficar sonhando com sexo me incomoda muito porque sinto-me como se estivesse consumando uma traição de fato (além de ficar um pouco sem graça quando encontro o personagem do meu sonho na realidade).
Tenho para mim que sexo e amor são duas coisas bem separadas, mas acima de tudo, há que se ter respeito com as "regras" estabelecidas entre as partes no relacionamento. E, apesar de não ter sido dito, ambas as partes neste meu atual matrimônio preferem a monogamia.
Eis aí o conflito mental meio estranho de ser um cara que era praticamente um puto e que agora quer ser monogâmico...
sábado, 14 de agosto de 2010
Do que o amor é capaz?

Estou praticamente casado há exatos dois meses. Sim, é com um cara. Gosto muito dele e posso dizer que temos muita coisa legal que construimos juntos.
Ele era apenas um amigo que foi ficando próximo e eu decidi arriscar pra ver o que dava. Não me arrependo. Em praticamente oito meses de relação, fui me entregando cada vez mais, aprendendo a gostar dele. Enfim: saí daquela lógica estranha de que o amor começa sempre com uma paixão louca, desgovernada e cega pra depois ir se construindo. Agora, tentei o caminho de construção do amor com base em uma amizade precedente.
Quando eu penso por esse lado, parece que é uma coisa sem sal, que eu estou forçando a barra. Mas não é não. É uma história linda! E forte.
Tem tanta força que, por ele, estou realmente disposto a enfrentar um dos meus maiores obstáculos interiores: minha compulsão sexual. Eu não vou ficar analisando as raizes desse meu "lado obscuro" agora. Quero focar na força que está me fazendo encará-lo.
Em todos os relacionamentos que já tive, eu traí. E o fiz apenas porque não sei lidar com o sexo: ele é quem me comanda e não o contrário. Mas isto é por hora. Porque penso seriamente em provocar em mim uma mudança tão profunda que reverta seriamente minha relação com o sexo.
E a vontade de fazer isso vem desse amor que sinto. Não quero, mais uma vez, estragar uma relação tão bacana, magoar outro coração, arrepender-me por ceder a minutos de prazer que não compensam dias, meses e anos de construção pessoal.
Quando ponho tudo na balança, vejo que esse é o caminho. Até mesmo para o sexo. No início, o sexo com ele não era o melhor de todos. Hoje, posso dizer que ele subiu no ranking... ;)
No fim, fica sempre uma ponta de dúvida se o amor é realmente forte o bastante para mudar algo que está tão arraigado em mim. Mas nunca me senti tão disposto a provar que essa dúvida não tem sentido de ser.
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