sábado, 3 de dezembro de 2011

Gosto dos humanos e não dos deuses

O último post do Foxx me fez pensar... Na verdade, talvez não o post, mas os comentários. Muito se falava em não desistir, em perseverar, em seguir em frente. Houve quem dissesse que "desistir é para os fracos".

Fiquei pensando: porque os outros defendem com tanta força que a pessoa "tem que ser forte"? Mostrar a própria fraqueza parece ser mais reprovável que qualquer outra coisa...

Eu acho que realmente, se a pessoa quer sair daquela situação, ela só tem uma alternativa: tirar forças de sei lá onde e batalhar pelo que quer. A vida, para a maioria das pessoas e de uma forma muito mais evidente para algumas, é uma eterna batalha na qual é preciso muito suor para avançar uns poucos centímetros para além do que se está. Mas e se a pessoa não quiser sair da situação? Se ela se cansou de lutar e desistiu de tudo? Será que alguém tem mesmo o direito de reprovar a conduta alheia porque o outro decidiu se render?

Nós vivemos num mundo de campeões, de heróis. Todo mundo vence, até quando perde. Porque bonito é nego ser todo fodido e superar todas as adversidades. Tipo Joseph Klimber, um exemplo para todos. Mas a vida, é uma caixinha de surpresas...

E eu ainda me lembro vivamente de ser um adolescente completamente desajustado com o mundo em que eu vivia e comigo mesmo, sem uma gota de autoestima que seja e tendo apenas um plano: arquitetar a própria morte.

Tinha um plano em andamento, com todos os detalhes muito bem pensados para não chamar a atenção de ninguém, evitando que alguém desconfiasse e me impedisse de me matar. Seria uma morte indolor, rápida e insuspeita. Mas o destino resolveu me surpreender: a única pessoa com quem eu conversava, minha única amiga, tirou a própria vida por causa do mais alto desespero.

Me lembro ainda do último olhar que recebi dela e me culpo por não ter conseguido interpretar o que ele significava. Naquela mesma noite, ela se matou. De alguma forma, ela também matou o rapaz que queria se matar que havia em mim. Eu prometi que viveria, por mim e por ela. Jurei ser forte.

Hoje me pergunto: quem estava certo? Eu ou ela? O cara que jurou ser forte ou a menina que se assumiu fraca? Talvez ela teve coragem de ir até o fim enquanto eu resolvi ser teimoso. Minha teimosia me fez levantar mais uma vez. E cair depois. Levantar-me de novo. E esborrachar a cara no chão. E me reerguer... ad aeternum.

E assim eu virei um cara que tenta convencer os outros de que vale a pena viver apenas porque, no fundo, eu gostaria de me convencer disso também. Mas também não esperem que eu seja o herói sempre. E, quando peço isso, também prometo que vou tentar com todas as minhas forças não exigir que os outros sejam heróis. Afinal, não sou eu quem escolhe se a pessoa decidiu ser aquele que cedeu ou o que agiu como o nosso amiguinho ai de baixo:


Eu gosto das pessoas com suas piores qualidades e seus melhores defeitos. A perfeição me cheira a teatro. Incentivar alguém que amamos é uma coisa. Amar alguém sob a condição que esta pessoa seja um super-herói e não apenas humano é outra bem diferente. Palavra do dia: compreensão.

25 comentários:

  1. Cada um vai até onde aguenta. Por mim, eu sempre tento ir até o fim com as coisas. Mas eu nem dou mais esse conselho, porque eu sei que não é pra todo mundo.

    Beijos doido.

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  2. Então... na verdade a gente não aprende a lidar com as perdas, com o insucesso... o importante é participar desde que você tenha sido um dos campeões!!!

    Eu confesso que fico no time dos que tenta fazer os outros não desistirem... concordo com tudo o que você disse, mas entendo que não há mal que sempre dure e nem bem que nunca acabe.

    Não há escolha! Suicídio é algo que para mim não é um solução, talvez mais um problema... mais ai entra em uma seara complicada... Assumindo todos vivos, eu acredito que tal a história da águia que foi criada como galinha. Um dia vamos descobrir nossa força de verdade e vamos "acordar" e perceber que tudo foi aprendizado.

    Mas cada pessoa tem seu tempo, cada pessoa precisa encontrar suas respostas. Pelo o que eu entendo, naquela época, você nem imaginaria que estaria onde está hoje... da mesma forma que o futuro ainda não dá para ser previsto...

    Texto bacana... merecia uma mesa e uns copos para um longa conversa! ;-)

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  3. Inteligente, pertinente e altamente consciente e racional esta sua reflexão. Acho q o parágrafo abaixo contém tudo de forma didática e contundente:

    "Eu acho que realmente, se a pessoa quer sair daquela situação, ela só tem uma alternativa: tirar forças de sei lá onde e batalhar pelo que quer. A vida, para a maioria das pessoas e de uma forma muito mais evidente para algumas, é uma eterna batalha na qual é preciso muito suor para avançar uns poucos centímetros para além do que se está. Mas e se a pessoa não quiser sair da situação? Se ela se cansou de lutar e desistiu de tudo? Será que alguém tem mesmo o direito de reprovar a conduta alheia porque o outro decidiu se render?"

    Perfeito! Cada um tem o direito de fazer suas escolhas, sejam elas quais sejam. Só que, ao escolhermos a vida nos impõe tb os ônus e os bônus desta escolha e aí teremos novamente q ter força para assumi-los tb. Então fica a questão ... a vida sem luta não existe, não é uma questão de sermos fortes ou fracos, é uma questão de viver ou não viver ...

    bjão

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  4. Caraca, que grupo de adolescente revoltado, estranho...rs afinal nada justifica tirar a própria vida...

    Por mais que compreendemos ou tentamos compreender os outros, em situações difíceis, pelo menos eu, busco ajudar, conselhar, busco palavras de otimismo, é algo automático...
    Abraços

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  5. Boa reflexão, Cara Comum!
    Não devemos mesmo cobrar nada de ninguém.
    Mas não acho que devemos desistir de ser feliz. Sem a esperança de um dia melhor, a amargura nos corrói e transforma o mundo numa paisagem escura.
    Não precisamos ser heróis, nos mostrar invencíveis, mas a vida nos move inevitavelmente, e se não agirmos, alguém irá fazê-lo por nós. E as chances de embarcarmos numa viagem sem cor aumentam.

    Abraço!

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  6. Papai Urso do Interior4 de dezembro de 2011 16:56

    Tem cruzes que pesam demais e as espáduas não são largas o suficiente p/ carregar. Alguém já disse que há muita dor no mundo e a nossa dor é só uma gota dentro de um oceano de outras dores. Sua amiga te deixou o legado de sucumbir à dor, vc preferiu elevar-se acima da dor, é o que muita gente faz, inclusive eu.

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  7. Adorei o post!E detesto as mensagens tipo a do vídeo como "parem de reclamar da vida" e tal...

    Soa que nem as mães quando os filhos não querem comer, que dizem "mas tem muitas crianças passando fome na Nigéria", comparando duas realidades diferentes.

    O tal verdadeiro Joseph Climber pode não ter braços e pernas, mas pode ter uma força de vontade muito maior do que eu,pois somos pessoas diferentes.

    E compreendo a questão do suicídio, eu mesmo já cheguei a passar as pernas para o outro lado da grade do terraço do prédio de sete andares onde eu morava.Mas não consegui pular.Diferente do que as pessoas pensam se matar exige uma coragem enorme que eu não possuo.Só que diferente de você não consigo me convencer de que vale a pena viver.Vivo em um limbo, não tenho coragem de viver e nem de morrer, literalmente, porque as vezes acho que esse limbo é quase uma morte em vida.

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  8. * Lobo, concordo com vc e é isso aí!! Abraços!!


    * Latinha, meu caro! Realmente eu tive muita dificuldade de fechar tudo o que eu penso sobre esse assunto em um texto não muito longo (e com certeza não consegui fazê-lo!). É um papo pra ser destilado com mais tempo, entre amigos, com certeza!

    Abraços!!


    * Nossa, Bratz!! Vc me elogiando assim eu fico até encabulado! Ainda mais vindo de você que sempre tem reflexões legais.

    E concordo com vc que temos que assumir as consequências da escolha. É complicado, mas a gente tem que considerar também.

    Abraços!!


    * Ro Fers, antes de mais nada, eu era um dos tais adolescentes estranhos a que você se refere. Obrigado por poupar meu tempo em criar para mim uma auto-imagem fiel ao que eu era!

    Sobre esse post, não se trata de adolescentes revoltados e estranhos e pessoas que querem morrer por qualquer coisa. Estou falando de algo mais profundo. Em praticamente toda vez que uso um exemplo aqui neste blog, eu não estou avaliando aquele caso em específico. Estou utilizando aquilo como ponto de partida para uma reflexão.

    Não se trata do post do Foxx, dos comentários sobre ele, dos "adolescentes revoltados e estranhos" que eu e minha amiga fomos... Se trata de tentar entender por que defendemos tanto a vida com discursos inflamados, mesmo que essa vida esteja nas mais indignas condições...

    Entendo você pensar, dentro das sua realidade e das suas concepções que "nada justifica tirar a própria vida", mas acho que esta afirmativa não contribui para a discussão que eu pensei em travar aqui. Um coisa é tirar a vida por que a mãe colocou de castigo. Outra é a pessoa estar numa condição tão degradante que ela tem que, como diz meu pai, "lutar muito pra não perder de goleada". Nós temos o direito de exigir que a pessoa seja um herói ou um deus? E se ela for apenas humana?

    Eu falo de situações como a do filme Mar Adentro e daí para baixo...

    Abraços!!


    * Gay Incomum, é isso o que eu penso. Se se escolhe viver, temos mesmo que lutar e tentar não ser apenas levado pela correnteza (que normalmente não leva a gente para os locais que a gente quer). Mas não podemos cobrar nada de ninguém no sentido de vencer a corrente sempre.

    Abraços!!


    * Papai Urso do Interior, como vc consegue colocar tanta coisa bacana em poucas palavras? Já te disse que sou teu fã? Eu continuo na campanha pra vc abrir um blog pra vc...

    Abraços!!


    * Anônimo, eu também detesto mensagens como essa do vídeo. Como se perceber a dor dos outros fosse me fazer sentir melhor. Eu tenho que ficar feliz porque existe muita gente que está na pior (menos a Luisa Marilac, claro!)?? Eu fico é pior ainda ao perceber que existe realmente tanta dor no mundo e tanta gente que sente o mesmo ou até dores mais avassaladoras...

    E entendo você com essa coisa do limbo. Mas acho que, pelo menos no meu caso, essa situação é muito mais cruel que optar por uma das alternativas...

    Mas o bom é que eu consigo enxergar cores e alegrias em muitos momentos (mesmo em alguns não tão felizes) e isso me dá combustível pra insistir em minha teimosia de viver.

    Abraços!!

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  9. gente, q honra te inspirar para criar um texto tão bom. parabéns, meu amigo, muito bom mesmo!

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  10. que honra eu ter te inspirado!
    e é um texto tão bom, mas tão bom!
    parabéns!

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  11. * Foxx, vc empolgou mesmo, hein?? Comentou duas vezes!! rs.

    Acho que ler o seu blog e os comentários lá foi só a gota d'água para as coisas que eu estava pensando. O que não tira o mérito, é claro, do seu blog ser sempre tão inspirador...

    Mas tenha certeza de que o texto não é tão bom assim...

    Abraços!!

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  12. O texto veio a calhar porque, no momento, desisti de algo muito importante para qualquer pessoa, mas foi uma decisão solitária e sem consultas prévias. Eu já sabia as respostas de todos se os tivesse consultado: não faça isso, não desista, etc..
    Pra mim, não dava mais e ponto.
    Medo? Claro que sim, mas sopesei e concluí que foi o melhor.

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  13. Poxa...
    Adoro passar por aqui... sempre saio com assuntos interessantes pra degustar na minha mente durante o dia.
    Essa questão de força e fraqueza é tão delicada. Tem aqueles que não se permitem demonstrar fraqueza. Tem aqueles que desprezam a fraqueza alheia.
    Eu particularmente acredito que o ser humano em varios momentos da sua vida vai sentir suas baterias mais fracas mesmo, e ele tem a opção de buscar fontes de energia .. mas claro que nem sempre encontramos...
    Delicado o assunto.
    Abração cara, adoro vir aqui =)

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  14. Hummm... tenho a impressão que esse lance de "piores qualidades e melhores de defeitos" não me é estranho.

    E tudo bem tu não gostares de festa e de enfeites de Natal.
    Nessa vida temos que aprender a conviver com o "não gostar" alheio.
    Tem que não goste de Natal.
    Quem não goste de quiabo.
    Quem não goste de mulher.
    Quem não goste de veado.
    E quem não goste de suicidas.

    O lance é todo mundo (tentar) ser delicado, gentil e tolerante, nzé?
    Hugz!

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  15. Como diria Zelia Duncan, "Quem se di muito perfeito na certa encontrou um jeito insosso pra não ser carne e osso".... Aliás, melhor que a Zélia, quem fala muito bem disso é po Gênio Nelson Rodrigues, quando diz: Nao sou perfeito e nem gosto de perfeição, Perfeição pra mim é coisa de menina bordadeira e tocadeira de piano"... E pra finalizar a minha cadeia de citações vou colocar uma poesia aki, mesmo não curtindo tanto poesia, mas tendo certeza que essa vai cair como uma luva e que é um grande ilustrativo a cerca do que sou:


    POEMA EM LINHA RETA

    Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
    Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
    E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
    Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
    Indesculpavelmente sujo,
    Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
    Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
    Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
    Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
    Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
    Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
    Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
    Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
    Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
    Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
    Para fora da possibilidade do soco;
    Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
    Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
    Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
    Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
    Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
    Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
    Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
    Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
    Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
    Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
    Ó príncipes, meus irmãos,
    Arre, estou farto de semideuses!
    Onde é que há gente no mundo?
    Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
    Poderão as mulheres não os terem amado,
    Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
    E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
    Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
    Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
    Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
    (Álvaro de Campos / Fernando Pessoa)

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  16. * Junnior, a vida tem dessas coisas, não é? Abraços!!


    * Nil Witchimichen, é mesmo um assunto delicado... Delicado para caraleo... rs. Obrigado por passar por aqui!

    Abraços!!


    * Ah, Fred! Não deve ser mesmo estranho não: eu vivo dizendo isso... rs. E que a gente tenta, a gente tenta. Phoda é quando a gente encontra uns no caminho que testam a paciência d gente... rs

    Abraços!!


    * Gato, que comentário enoooooooooooooorme!! Tá parecendo eu!! hehehe

    Amo muito a tal música da Zélia Duncan que vc citou e esse poema do Pessoa também (ele é mesmo "o" cara!!). E realmente vem a calhar com o que escrevi...

    Beijos, meu querido!!

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  17. Tudo é uma questão de tentativas.
    Falando assim parece até uma fórmula exata.

    Mas é tentando que os objetivos vão sendo alcançados. É clichê dizer isso, mas eu cansei de desistir de fazer algo, porque depois vi que eu não estava fazendo o certo, pra começar a fazer outra coisa.

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  18. * WOOF Brasil, seja bem-vindo!! Aproveite, que o café está no fogo e o pão está quentinho. rs

    Pois é. Eu entendo a coisa de tentar e tal, o porém está na vontade que se tem de insistir ou não. Assunto complexo, enfim.

    Mas o bom é que ainda consigo forças para tentar, na maioria das vazes...

    Abraços!!

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  19. Bom... eu adoro testar a paciência alheia... tu bem sabes... heheheh! Gracias pelos comments - degustei cada um deles... hehehe! Hugz!

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  20. Mas viver vale a pena... Se tudo fosse feito de flores, não nasceríamos, ficaríamos no paraíso. Claro que dá um desespero quando não se alcança um objetivo, mas devemos ter foco e etratégias, plano A, B, C, D, E, F...
    Um super dia a vc!

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  21. Tenho dificuldades em entender esse tipo de pensamento porque pra mim é inconcebível. Até as coisas que largo pela metade ou desisto é pq surgiram outras mais interessantes e q valiam mais a pena.
    Então, perdoe-me, mas olho realmente sem entender os que se deixam levar pelo fracasso. É inconcebível para mim.
    Whatever, cada um é cada um e sabe como vive.
    Eu prefiro o meu mundo colorido. Não gosto do cinza.

    Bjos

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  22. ai, deixeu meu comentário super inspirado ontem e errei na hora de enviar pelo visto...

    mas entao, vou resumir.. acho que nao é problema se matar, é uma soluçao se a pessoa nao aguenta mais, fato, mas por outro lado só vivo a gente tem tanto prazer e surpresas maravilhosas e acho que por isso vale tanto a pena continuar vivinho!!!

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  23. * Fred, eu também gosto de testar a paciência alheia... hahahahah... Eu tb sempre degustos os teus coments! Abraços, meu grande!


    * Mauri Boffil, seja bem-vindo!! Fico muito feliz que vc tenha aprendido o caminho da minha maloca! Quando quiser voltar aqui no cafofo ou se quiser só passar e tomar uma água, fico feliz!

    Sobre seu comentário, não penso que viver não vale a pena... Questionei se não é um direito da pessoa escolher não viver. Eu tb acho que a vida tem que ser desbravada e que é preciso planos B,C, D, E, F (...). Mas essa é a minha escolha, certo?

    Um super ano a vc! Abraços!


    * Autor, eu já tive dificuldades em entender esse tipo de pensamento até ser amigo de alguém que levou esse questionamento até as últimas consequências... Hoje, entendo. O que não quer dizer que concorde e incentive...

    Bjos!


    * Otávio, eu penso como vc, acredite...

    Beijos!

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  24. Dá vontade de ler todas as postagens do seu blog e dar uma de stalker, mas a preguiça me impede!! kkkk

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    1. As vezes a preguiça alheia me protege, né? Não é o seu caso, mas vai que um stalker louco resolve me perseguir e saber tudo sobre mim... M-E-D-O!!!

      Abraços!!

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